terça-feira, 3 de setembro de 2013
Aventuras de um Raid Leader no patch 5.3
D'akala di'chuka HORRIDON! Kalimaste!
Salve galera!
Este é o meu primeiro post no
blog novo! Tive muitas ideias de que escrever primeiro, porém, a blizz anunciou
o 5.4 pra semana que vem (10/09/2013) e ficou imperativo que eu escrevesse
sobre minhas aventuras no 5.3 pois, acredite, foram muitas.
Minha história como raider se
iniciou no MOP, antes disto, tudo se resumia aos localizadores, ou melhor, ao
único localizador disponível no final do Cataclism.
Entrei numa guilda nova em
meados de outubro de 2012 com o objetivo de entrar num core e, assim, iniciar
minha vida de hardcore (ilusão).
Conheci pessoas, upei hard,
lembro-me dos primeiros itens épicos que arranjei, no entanto, esta é uma outra
história...
No 5.1 eu estava no core
daquela guilda, estávamos travados em MSV (Elegon, quem nunca?) e
começamos Hof, sem sucesso também... Com o início do 5.2, decidimos raidar ToT
e, contrariando as expectativas, matamos o Jin Rokh na primeira semana de
trys...
Como a vida é uma caixinha de
surpresas, mudamos de guild, praticamente todos os players do core de então...
O grande problema foi o “presente” que ganhei na mudança, fui promovido à Raid
Leader (por falta de opções mesmo), afinal eu era o player que estava logado
quase full time (vicio é vicio).
Enfim, por problemas de
internet, quebra de computador e sumiços misteriosos, perdemos de uma mão só o
main tank, o off tank e o main healer. Naquela altura, já havíamos matado o
Horridon e estávamos bastante empolgados, afinal éramos o único core da guilda
que tinha conseguido tal “proeza”.
Foram incontáveis substituições
de players, em todas as funções, de modo que praticamente não repetíamos o
mesmo grupo duas noites seguidas. Como o principal problema era o tank, tomei a
decisão de acabar de upar meu paladino para o nível 90 e equipá-lo para raide.
Deu certo. Havia incontáveis wipes no Horridon (matamos aquela primeira vez e
NUNCA mais), Kalimaste já era praticamente sinônimo de wipe e, então, fui
tankar com meu recém upado (e mal equipado) paladino. Matamos o boss na segunda
semana de raide na nova configuração, enfim, retomávamos a nossa progressão.
O 5.3 foi lançado e nosso grupo
estava mais consistente, se não fosse o Azralon... Ah o Azralon! No reino em
que jogo, Goldrinn, houve uma debandada geral na Horda, todos com destino ao
Azralon. Nosso core não passou ileso. Perdemos um healer, um excelente healer.
Alguns players tiveram
problemas, trocamos um ou outro, mas, o maior desafio ainda era a migração
contínua para o Azralon. Muitos players não se diziam satisfeitos com a
progressão do Goldrinn, queriam mais, e se foram. Pior para quem ficou, pois os
pugs se tornaram uma caixa de pandora, eu que o diga.
Além disso, problemas pessoais
(estudos) nos levaram a perder mais um, o outro tank. Na época, nossa
progressão era 3/12 (maldita Tórtus). Foi então que as poucas guildas grandes
do Goldrinn (a nossa era uma) que não haviam migrado no êxodo de que escrevi
acima, começaram a receber os players órfãos e, assim, novos membros em
potencial para seus respectivos cores.
Aos poucos, mais wipe, menos
wipe, as coisas foram se acertando. Atualmente temos 11 players fixos (fazemos
rodízios), e estamos quase no final da progressão normal de ToT. Apesar de
parecer pouco, considero um sucesso. Praticamente todos os membros do core estão
com ilvl maior do que 520 (o que significa início imediato na raid nova) e,
finalmente, atingimos o entrosamento e compromissos necessários a um core.
Como Raide Líder, aprendi
muitas lições, a maioria à força, durante o patch 5.3, listo algumas abaixo:
1 – Ninguém (mesmo) é
insubstituível;
2 – Diversão é mais importante
do que progressão;
3 – Entrosamento não desenvolve
da noite para o dia;
4 – Cada core tem suas
especificidades e cabe ao líder (aos membros também, porque não?) pensar nas
melhores opções, inclusive de mecânicas das lutas, de acordo com os pontos
fortes e fracos do grupo;
5 – Encontrou um player que
morreu, dá release, não fica em cima do fogo e sempre chega na hora, chame pra
fixo;
6 – As pessoas brigam, ponto. Isto
pode inclusive ocorrer durante uma core run. Você é o líder? Se vira!
Enfim povo! Jogar wow é tudo de
bom, ser raide líder é obra do maligno!
Se você teve paciência de ler
até aqui, obrigado pela atenção! Comente, opine, compartilhe suas experiências!
Até a próxima!
Ps: Agradecimentos mais que
especiais aos membros do meu core! Vocês são foda! E tirem o pé do meu loot
Beijos!
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